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Agressão teria acontecido no Ginásio da Escola Professora Amélia Poletto Hepp
Mãe denuncia professor por suposta agressão a aluno em Piratuba
O menino tem nove anos e é autista
Publicado 31/10/2017
 

Por Cristiano Mortari

A mãe de um aluno da Escola Professora Amélia Poletto Hepp, de Piratuba, registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia, na terça-feira, dia 31, relatando que seu filho teria sido agredido por um professor no Ginásio, durante uma aula de Educação Física. Ela teria visto a agressão em um vídeo feito por outros alunos.

 

Ela relatou que o vídeo mostra o professor gritando e agredindo o filho. O menino teria chegado em casa na segunda-feira com marcas de agressão. Depois de ter acesso ao vídeo a mãe questionou o aluno e ele teria contado os fatos. Um exame de corpo de delito já foi feito em Joaçaba e a família aguarda o resultado.

 

O professor foi afastado do cargo por 60 dias e uma sindicância vai apurar o caso. A Prefeitura de Piratuba se manifestou através de uma nota, informando que a Secretaria de Educação está apurando os fatos com acompanhamento do Conselho Tutelar. Também relatou que repudia qualquer tipo de agressão física ou verbal nas escolas.

 

Leia a nota:

A Administração Municipal de Piratuba através da Secretaria de Educação, vem através desta nota informar sobre os fatos ocorridos nas dependências da Escola Amélia Poletto Hepp onde um aluno do educandário teria sido agredido por um professor.

O fato está sendo apurado com total responsabilidade, sem levantar pré julgamentos, apenas tratando com os fatos.Todos os encaminhamentos estão sendo tomados, inclusive com a presença do Conselho Tutelar do município, acompanhando todo o caso, para resguardar os direitos do menor.

O professor foi afastado das suas funções por 60 dias e uma comissão de sindicância está sendo instalada para apurar os fatos, resguardando todos os direitos do contraditório.

A Secretaria lamenta o fato e repudia qualquer tipo de violência, seja verbal ou física.

 

A VERSÃO DO PROFESSOR

Segundo o professor, no momento em que aconteceu o fato, a cuidadora responsável pelo menino não estava acompanhando o mesmo por estar envolvida em outras atividades. “O aluno é extremamente agressivo, apresenta transtorno opositor com muitos problemas de relacionamento e principalmente com colegas do sexo oposto”, disse.
Segundo o que o professor, ele teve que agir com firmeza, por que o aluno estava agredindo duas colegas com um objeto e estava muito nervoso e agressivo. Ao interferir, o menino teria revidado e enfrentado o professor, jogando-se no chão e negando-se a cumprir as ordens.

Em seguida, ele teria se dirigido a sala de materiais por livre inciativa e sentado no chão por alguns minutos. “Admito que revidei as ofensas verbais de forma ríspida e chutei os materiais que estavam no chão”, afirmou o professor no momento tenso do fato. “De forma alguma houve agressão com socos, tapas, ponta pés ou esganadura como já falaram”, finalizou. O professor disse que está à disposição para esclarecer todos os fatos.

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