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Janete Piccini se manifestou na tribuna na sessão do dia dois de outubro
Horário do comércio esquenta o debate entre os vereadores
Sindicado dos Comerciários fez um pedido para que o prefeito retire o projeto que flexibiliza o horário
Publicado 03/10/2017
 

Por Analu Slongo

“Não é o horário livre que faz com que a cidade cresça. Muito pelo contrário”. A afirmação é da presidente do Sindicato dos Comerciários de Concórdia, Janete Piccini, que usou a tribuna da Câmara de Vereadores na noite de ontem, para se manifestar contra o horário livre. O tema também rendeu embates entre os legisladores na sessão realizada na noite da segunda-feira, dois de outubro.

 

O sindicato que representa os trabalhadores também protocolou um pedido na Prefeitura de Concórdia, solicitando que o prefeito Rogério Pacheco, retire do Legislativo o projeto de lei que altera o horário de funcionamento do comércio local. Pela proposta do Executivo, as lojas poderiam abrir as portas de segunda a domingo, das 6h às 22h.

 

A ideia é que cada empresário defina a forma de trabalho dos estabelecimentos. Atualmente, a legislação permite que o comércio trabalhe até as 17h apenas nos dois primeiros sábados de cada mês.

 

Embate na Câmara

 

O projeto foi protocolado pelo Executivo na semana passada e o debate ocorreu antes mesmo de ele entrar na pauta para discussão e votação. O petista Evandro Pegoraro fez duras críticas ao governo. “Se percebe que houve um grande engajamento da administração neste projeto. Que houvesse o mesmo envolvimento na abertura da UPA, do posto de Planalto, em asfaltamento e na estruturação da Área Industrial. Temos que discutir não apenas a questão do horário, é preciso pensar no ser humano”.

 

O líder do governo na Câmara, Fabiano Caitano, PSDB, fez a defesa do projeto, dizendo já foram feitas várias discussões sobre este assunto. “Esse é um daqueles monstros que eu falei que Concórdia tem. Alguém criou isso e agora é imutável. Eu gostaria de pedir para não tratar a população de Concórdia como burra. Não posso acreditar que alguém possa plantar a ideia de que vai se trabalhar das 6h às 22h, isso a legislação não permite”.

 

O vereador Edno Gonçalves, PDT, sugeriu que se realize uma audiência pública para ampliar esse debate com a sociedade. O presidente da Câmara, Artêmio Ortigara, PR, defende que necessário rever a atual legislação que, na opinião dele, tem problemas de constitucionalidade.

 

O projeto de lei enviado pela prefeitura ainda depende do parecer jurídico da Câmara e das comissões. Ele deverá entrar oficialmente na pauta para discussão e votação provavelmente no mês de novembro.

 

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1 COMENTÁRIOS
  • LUIZ
    Vamos acelerar............. Cidades muito menores o horário do comércio já é livre.............. ACORDA CONCÓRDIA...................................