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Foto Divulgação Internet
Manter o cérebro ativo pode prevenir o Alzheimer
Nesta quinta-feira, 21 de setembro, é Dia Mundial de Conscientização da Doença
Publicado 21/09/2017
 

Por Analu Slongo

“Não aposente seu cérebro. As pessoas se aposentam e acabam aposentando o cérebro junto. Faça ele funcionar, leia e trabalhe”. Essa é a reflexão do neurologista Daniel Fialho para esta quinta-feira, 21 de setembro, o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Alzheimer. Embora o Alzheimer esteja bastante relacionado com a genética de cada um, alguns hábitos podem ajudar a prevenir ou a retardar o surgimento do problema.

 

Daniel Fialho explica que em se tratando de prevenção, manter o cérebro ocupado é muito importante. Ele cita o exemplo de muitas famílias que entendem que os idosos não precisam fazer nada. “A nona tem que fazer alguma coisa. No momento que ela parar, a chance de ter uma doença de Alzheimer ou outro problema é muito grande”, aconselha.

 

O Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro, que na maioria das vezes há perda de memória. Além disso, ela também prejudica a realização de tarefas como, esquecer de preparar algumas receitas, o endereço, datas e o nome das pessoas. “Basicamente é assim que o Alzheimer inicia”, afirma o neurologista.  No Brasil, estima-se que mais de 1 milhão de pessoas tenham a doença, mas apenas metade disso recebeu o diagnóstico.

 

A doença normalmente se manifesta depois dos 50 anos e, quando surgem os primeiros sinais, é comum confundir o Alzheimer com o esquecimento. Daniel Fialho ressalta que somente um médico especialista vai conseguir diferenciar a doença de uma falta de memória comum. “Sempre que começar a perceber esquecimento ou desorientação é importante fazer uma consulta”, alerta o médico.

 

Diagnóstico cedo é importante

 

O Alzheimer não tem cura conhecida. É uma doença progressiva e faz com que a pessoa perca gradualmente a memória e a capacidade de orientar-se no tempo e no espaço. Mesmo não tendo cura, o diagnóstico precoce é importante para retardar a evolução do problema. O tratamento é feito com o uso de medicações.

 

O diagnóstico do Alzheimer é clínico. “Nenhuma exame no mundo faz o diagnostico da doença, ele feito com base na conversa com o paciente. Existe inúmeros testes que se faz para saber se a pessoa tem essa demência”, explica Daniel Fialho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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