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Justiça marca data de júri para dois acusados de homicídio
O julgamento são dos acusados de homicídio no bairro Imigrantes
Publicado 30/06/2017
 

Por André Kruger

A Justiça da Comarca de Concórdia marcou para dia 15 de setembro a partir das 9hs o julgamento dos acusados de homicídio no bairro Imigrantes. Os réus Ademir Kacanoski e Edivar José da Luz.


Os dois são acusados de homicídio qualificado, eles foram presos depois de matar Cristian Gonçalves Moreira. Quando os dois acusados estavam fugindo sentido BR 153 foram presos.


O crime ocorreu no dia 15 de julho de 2010 e segundo consta no processo os acusados utilizaram tocas dificultar identificação, usaram um revólver calibre 38 para cometer o crime e adulteram a placa de uma motocicleta.


Entenda o caso:

O delegado Marcelo Nogueira indiciou nessa semana Edivar José da Luz e Ademir Kacanoski, por homicídio qualificado e encaminhou o inquérito que apurou o assassinato de Cristian Moreira, 19 anos, ao Fórum da Comarca. A vítima foi executada com dois tiros no bairro Imigrante no dia 15 de julho, por volta das 20h.


De acordo com Nogueira, a dupla se reservou o direito de não prestar esclarecimentos sobre o crime na Delegacia de Polícia. O laudo balístico que está sendo feito pelo Instituto Geral de Perícias em Florianópolis também deverá ficar concluído nas próximas semanas.


Conforme conseguiu apurar a Polícia Civil, Ademir Kacanoski, foi o autor do crime e disparou contra a vítima. Há 15 dias, Edivar José da Luz, disse em entrevista à Rádio Aliança que desferiu os tiros, mas uma testemunha ocular apresentou a outra versão para a polícia. A dupla está recolhida no Presídio Regional de Concórdia à disposição do judiciário.


Depois de ser preso, Edivar da Luz, disse que não estava arrependido e matou para vingar o seu cunhado e honrar a sua integridade moral. A vítima estava se relacionando com a ex-companheira de Ademir Kacanoski. O rapaz de Concórdia teria sido morto quando retornava para casa juntamente com pais. "Eu coloquei uma toca e fui falar com ele. Quando ele olhou, eu disparei. Ele caiu contra umas grandes da uma casa e eu já fui em cima e alvejei pela segunda vez".


Sem mostrar arrependimento Edivar contou que adulterou a placa da motocicleta e comprou um revólver por R$ 800 para cometer o assassinato. Na fuga, os dois acusados de cometer o homicídio passaram pelo posto do Estreito (BR-153) e não foram identificados. Eles foram interceptados, próximo a Erechim pela Polícia Rodoviária Federal.

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